Aos comandos da mesma máquina com que, tanto Rui Sousa como Nuno Matos, conquistaram títulos europeus, Rómulo Branco encara seguir as pisadas destes dois pilotos e prepara, para 2012, um projecto internacional. Se o resultado em Aragón foi excelente, poderia ter sido bem melhor, com um pouco mais de sorte:
“A corrida não começo de facto da melhor forma. No prólogo perdemos imenso tempo já que o concorrente que saiu à nossa frente ficou atascado e teve de vir uma grua tirá-lo. Isso obrigou-nos a partir de uma posição que não correspondia ao nosso andamento mas na 1ª etapa o pior foram problemas de travões que só ao final do dia foram corrigidos. Apenas na 2ª etapa andámos de acordo com o que é o nosso ritmo e isso permitiu chegarmos ao pódio. Ainda queremos fazer mais uma corrida este ano e estamos a estudar para 2012 a possibilidade de fazer algumas provas da Taça do Mundo, em particular as bajas. Gostei imenso da máquina e creio que com ela poderemos de facto evoluir bastante”.
A pouca sorte de ter encontrado um concorrente parado no meio do prólogo não permitiu a Rámolo Branco ir além do 53º tempo absoluto e 16º entre os T2. No dia seguinte, mesmo com os problemas de travões o piloto da Isuzu D Max subiu para 7º entre os da sua categoria para chegar ao pódio no dia seguinte onde conseguiu ser o mais rápido no derradeiro sector selectivo, o que lhe permitiu ficar a menos de 10 minutos do vencedor.
(A2Comunicação)












